Central Analítica

Comitê Gestor
Prof. Djalma Ribeiro da Silva (coordenador)
Prof. Fabrício Gava Menezes
Prof. Luiz Henrique da Silva Gasparotto
Técnico(s)
Elânia Maria Fernandes Silva
Jhonatas Wagner Barbosa da Costa Gouveia
Joadir Humberto da Silva Junior
Jussara Aparecida de Melo Gondim Ferreira
Marcondes Luiz de Azevedo
Criação
(?) 1998
Normas
 Gestão e Funcionamento da Central Analítica

A Central Analítica do Instituto de Química da Universidade Federal do Rio Grande do Norte é constituída por um conjunto de laboratórios com equipamentos multiusuários, tendo como objetivo a realização de análises químicas e físico-químicas destinada aos pesquisadores docentes e discentes do Instituto de Química, bem como de outras entidades acadêmicas.

O laboratório de preparação de amostras, pertencente à Central Analítica, dispõe de liofilizadores, estufas, digestores, sistemas de rotavapor, balanças de precisão, banhos-maria, banhos de areia, mesas agitadoras, agitadores magnéticos, aquecedores, ultrassom, entre outros. Assim, os usuários podem usufruir dos equipamentos e técnicas necessários na preparação das amostras a serem analisadas.

* Os serviços podem ser oferecidos à comunidade externa da UFRN, seja ela pública ou privada, mediante acordo de cooperação ou de prestação de serviços.

Cabe ao corpo gestor e aos técnicos responsáveis:

  • Zelar pelo patrimônio e organização;
  • Planejar e atualizar o parque instrumental dos laboratórios;
  • Introduzir novas técnicas, através da coordenação de projetos submetidos aos órgãos financiadores de pesquisa ou de outras organizações.



* ATENÇÃO! Alguns equipamentos da listagem abaixo possuem formulário necessário para o agendamento de sua análise. Faça DOWNLOAD e o preencha.


Equipamentos
  • Cromatógrafo (CG-EM)  Clique aqui para DOWNLOAD do formulário de requisição para ensaio de Cromatógrafo (CG-EM) (≃25 KB)

    Técnica utilizada na separação dos componentes de uma amostra, os quais são distribuídos em duas fases (IUPAC): uma fixa de grande área superficial denominada fase estacionária, e a outra um fluido que percola através dela sendo, denominada fase móvel (LANÇAS, 1993).

    Em fase GASOSA com detecção por espectrometria de massa (CG-EM): Nesta técnica de separação, os componentes de uma amostra são separados em consequência de sua partição entre uma fase móvel gasosa e uma fase estacionária líquida ou sólida contida dentro da coluna. Ao realizar-se uma separação por cromatografia gasosa, a amostra é vaporizada e injetada na cabeça da coluna cromatográfica. A eluição é feita por um fluxo de fase móvel gasosa inerte. Em contraste com muitos outros tipos de cromatografia, a fase móvel não interage com as moléculas do analito; sua única função é transportar o analito através da coluna (SKOOG et  al., 2007).

    Descrição do equipamento: Cromatógrafo a gás FOCUS GC / espectrômetro de massas ISQ II;

    Modelo: FOCUS versão para espectrometria de massas (GC/MS);

    Fabricante: Thermo Scientific

    Especificações:

    Design do sistema

    Cromatógrafo a gás acoplado a espectrômetro de massas

    Capacidade do forno

    Ambiente a 350 °C

    Faixas de concentração

     

    Faixa de temperatura

     Até 350 °C

    Taxa de aquecimento

    Até 120 °C/min

    Injetor

    Split/Splitless (100 a 375 °C)

    Pressão

    0 a 1000 KPa

    Fluxo de Gás

    0,1 a 50 mL/min

    Gás de arraste

    Hélio (pureza 99,995%)

    Detector - MS

    Detector de massas ISQ II acoplado

    Linha de transferência - MS

       0 a 450 °C

     

    REFERÊNCIAS

     

    IUPAC – International Union of Pure and Applied Chemistry – The network “Compendium of Analytical Nomenclature – definitive rules 1997”. Em www.iupac.org, acesso em 24/10/2014.

    LANÇAS, Fernando M. Cromatografia em fase gasosa. São Carlos, Acta, 1993.

    SKOOG, D.A; West, D.M; Holler, F.J. & Stanley, R.C. Fundamentos da Química Analítica, Tradução da 8ª edição norte americana. São Paulo, Ed.Thomson, 2007.

  • Cromatógrafo (CLAE-F)  Clique aqui para DOWNLOAD do formulário de requisição para ensaio de Cromatógrafo (CLAE-F) (≃25 KB)

    CL com detecção por fluorescência (CL-F):

    Descrição do equipamento: DIONEX – Thermo Scientific;

    Modelo: DIONEX UltiMAte - UHPLC 3000 Focused;

    Fabricante: DIONEX - Thermo Scientific.

    Especificações:

    Design do sistema

    Bomba, detector de fluorescência, auto amostrador e compartimento da coluna.

    Volume de Injeção

    Até 100 µL

    Método de injeção

    Loop linear

    Comprimento da coluna

    Máx. 300 mm

    Faixa de temperatura

    5 a 80 °C com precisão de 0.1 °C

    Bombas

    Duplo pistão; Pressão máxima de 3000 psi; Fluxo de 0.2 – 10 mL/min

    Número máximo de solventes

    04

    Detector de Fluorescência

    Lâmpada xênon (15W)

    Espectros de emissão e de excitação

    Faixa de comprimento de onda

    Ex Min: 200 nm Ex Max: 880 nm

    Em Min: 265 nm Em Max: 900 nm

  • Cromatógrafo (CLAE-IÔNICO)  Clique aqui para DOWNLOAD do formulário de requisição para ensaio de Cromatógrafo (CLAE-IÔNICO) (≃25 KB)

    CL com detecção por condutividade (CL-IÔNICO):

    Descrição do equipamento: Sistema de cromatografia de Íons DIONEX;

    Modelo: ICS 2100;

    Fabricante: DIONEX – Thermo Scientific;

    Especificações:

    Design do sistema

    Cromatógrafo com coluna e pré-coluna / Amostrador automático DIONEX AS-DV

    Detector

    Detector eletrônico de cátions

    Umidade

    5 a 95 %

    Faixa de temperatura

    T. ambiente até 60 °C

    Pressão da bomba

    Máx. 5000 psi

    Fluxo permitido

    0 a 5 mL/min

    Eluente

    MAS (ácido metassulfônico)

    Concentração do Eluente

    0 a 100 mM

  • Destilador de nitrogênio/proteína  

    Equipamento empregado para análise de nitrogênio/proteína pelo método de Kjeldahl após o processo de digestão.

  • Disgestor assistido por radiação micro-ondas  

    O MARS 6 é um sistema de digestão ácida assistida por radiação micro-ondas. essa técnica serve para dissolver diferentes tipos de amostras( rocha, planta, solo, alimento, fármaco, plástico, vidro...) e os metais ficam limitados dentro de uma matriz da amostra líquido.

  • Espectrofotômetro de Absorção Atômica - EAA  Clique aqui para DOWNLOAD do formulário de requisição para ensaio de Espectrofotômetro de Absorção Atômica - EAA (≃25 KB)

    Espectrofotômetro de Absorção Atômica

    O Espectrômetro de Absorção Atômica é um instrumento utilizado para analisar as concentrações de metais em solução. A chama de ar/acetileno ou óxido nitroso/acetileno tem a função de converter o aerossol da solução padrão e da amostra em vapor atômico, que pode então absorver a luz proveniente da lâmpada de cátodo oco. A quantidade de radiação absorvida é medida por um detector e está relacionada com a concentração do elemento de interesse na solução, conforme a Lei de Lambert-Beer. A preparação da amostra é geralmente simples e envolve frequentemente pouco mais do que a dissolução em um ácido apropriado e diluição em água destilada.

     

    Equipamento:

    Espectrofotômetro de Absorção Atômica

    Modelo:

    SpectrAA 220

    Fabricante:

    Varian

    Especificações:

     

    Técnica de Atomização

    Chama

    Gases utilizados

    Óxido nitroso e/ou acetileno

    Elementos

    Al, Cd, Cr, Cu, Fe, K, Mn, Mo, Na, Ni, Pb, Zn

    Faixa de concentração

    ppm

    Fonte de radiação

    Lâmpadas de catodo oco

    Técnicos responsáveis

    Jussara Gondim – jussara@quimica.ufrn.br

     

    Marcondes Azevedo – marcondesazevedo@quimica.ufrn.br

  • Espectrometria de emissão óptica com plasma - ICP OES  Clique aqui para DOWNLOAD do formulário de requisição para ensaio de Espectrometria de emissão óptica com plasma - ICP OES (≃25 KB)

    Espectrometria de emissão óptica com plasma - ICP OES

     

    Trata de uma técnica analítica multielementares que atomiza vários elementos ao mesmo tempo e os quantificas. Essa técnica se baseia na detecção da radiação eletromagnética emitida por íons excitados ou átomos neutros na regiões UV-VIS em diversos tipos de amostras nas quais passam por um processo de abertura por via ácida para eliminar o material orgânico.

     

    Tipos de metais analisado por analise

    ANALISE

    METAIS

    LIMITE DE DETECÇÃO

     

     

    Elementos maiores

     

    Al, Ba, Ca, Fe, K, Li, Mg, Na e SR

     

     

    2 000 até 100 000 ppb

     

    Elementos usuais

     

    Ag, Al, B, Be, Bi, Cd, Co, Cr, Cu, Fe, Mn, Mob, Ni, P, Pb, Sn, V e Zn.

     

    Ag, Be, Bi, Cd, Co, Cr, Cu, Ni e Pb

     

    Al, B, Fe, Mn, Mob, P, Sn, V e

    Zn

     

     

    1 000  até 2 500 ppb

     

     

     

    3,5 até 1 000 ppb

     

     

    10  até 2 500 ppb

     

     

    Elemento Mercúrio

     

     

    Hg

     

    2,5 até 160 ppb

     

    Elementos Arsênio, Selênio e Estrôncio

     

     

    As, Se e Sb

     

    10 até 1 000 ppb

     

    Elemento Urânio

     

     

    U

     

    10 até 320 ppb

  • Extrator de Óleos e Graxas 

    Equipamento aplicável à extração de residuos graxos, lipidios, gorduras pelo principio de extração contínua a quente.

  • Fotômetro de chama 

    Os Fotômetros de chama ANALYSER 910M (Microprocessado), são equipamentos para dosagem de Sódio e Potássio. Com detectores de alta sensibilidade e filtros interferências

  • Liofilizador 

    Liofilização é uma técnica de desidratação por sublimação que submente a amostra a baixa temperatura e pressão, possibilitando uma secagem sem que haja degradação por aquecimento.

  • Potenciosatato / Galvanostato 

    Descrição do equipamento

    Equipamento: Potenciostato

    Fabricante: BASi - Bioanalytical Systems, Inc.

    Modelo: Epsilon

    Potenciostato:

    • Voltametria cíclica
    • Voltametria de Varredura Linear
    • Cronoamperometria/ cronocoulometria
    • Eletrolise com potencial controlado
    • Amperometria com potencial constante

     

    Técnicas de Pulso

    • Voltametria de onda quadrada
    • Voltametria de pulso normal / polarografia
    • Voltametria de pulso diferencial / polarografia
    • Polarografia de corrente amostrada

     

    Redissolução

    • Voltametria de redissolução linear
    • Voltametria de redissolução de onda quadrada
    • Voltametria de redissolução de pulso diferencial

     

    Galvanostato:

    • Cronopotenciometria
    • Cronopotenciometria “Double step” 

  • Rotavapor 

    O Rotavapor é uma técnica de evaporação submetida a baixa pressão e com temperatura controlada. Esse equipamento é apropriado para atender as técnicas de evaporação, concentração de soluções, recuperação de solventes e destilação rápida de líquidos.

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